Um rio ou flúmen é um curso natural de água, usualmente de água doce, que flui no sentido de um oceano, um lago, um mar, ou um outro rio. Em alguns casos, um rio simplesmente flui para o solo ou seca completamente antes de chegar a um outro corpo d'água. Pequenos rios também podem ser chamados por outros nomes, incluindo córrego, riacho, riachuelo, canal e ribeira. Não existe uma regra geral que define o que pode ser chamado de rio, embora em alguns países ou comunidades, um fluxo pode ser definido pela seu tamanho. Muitos nomes de rios de pequeno porte são específicos para a sua localização geográfica. Um exemplo é o termo “burn”, usado na Escócia e no Nordeste da Inglaterra. Às vezes um rio é considerado maior do que um afluente, mas isso nem sempre é o caso, por causa da imprecisão na linguagem. O rio faz parte do ciclo hidrológico. A água de um rio é geralmente coletada através de escoamento superficial, recarga das águas subterrâneas, nascentes, e a liberação da água armazenada em gelo natural (por exemplo, das geleiras).
O alegrinho-do-rio mede 11 centímetros de comprimento.
Vive em campos, varjões e áreas de campinaranas às margens de rios e lagos.
Aparece como migrante esporádico na Bacia Amazônica(em função da elevação no nível de águas).
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Como enfatiza o nome comum, a andorinha-do-rio está muito ligada à água. A semelhança com a outra espécie do gênero torna a identificação difícil, em muitos casos. As melhores características para determinação segura são o tom esverdeado dominante na plumagem das costas, mais notável sob luz intensa e a área branca sobre a asa (embora os juvenis da andorinha-de-sobre-branco, também tenham um pouco de branco no mesmo local). Mede cerca de 13,5 centímetros.
Vive em casais, grupos familiares ou solitária, sempre nos rios, corixos e baías. Encontrada na maior parte do Brasil, exceto no extremo sul.
O rouxinol-do-rio-negro é muito parecido com o encontro(Icterus pyrrhopterus) porém, possui um boné amarelo na cabeça, diferente deste que somente possui uma faixa amarela nas asas.
Ocorre à margem direito do Rio Negro.
O arredio-do-rio é um pouco menor do que o curutié(Certhiaxis cinnamomeus), a princípio pode ser confundido com ele. No entanto, a plumagem do dorso é completamente marrom avermelhada, formando um forte contraste com o ventre claro. A listra superciliar é maior e mais nítida, bem como o bico é claro com uma linha escura superior (é todo negro no curutié).
As atividades constantes das aves dificultam a identificação e, muitas vezes, são primeiro escutadas, antes de serem localizadas. O canto, um dueto entre macho e fêmea, começa com uma risada baixa, acelerada e mais alta no final. É emitido o ano inteiro, sendo de julho a dezembro (período reprodutivo) com enorme freqüência. Enquanto caçam insetos, vão cantando continuamente, às vezes dependurados em cipós, de cabeça para baixo.
Habita, exclusivamente, a mata ciliar de rios, corixos e baías, desde abaixo da copa até os arbustos próximos ao chão. Nas matas inundáveis dos corixos e baías, pode aparecer nas laterais da mata e usar arbustos sobre a água, quando a confusão com o curutié é mais provável.
Presente na Amazônia (principalmente ao sul do Rio Amazonas), Piauí, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Encontrado também na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
O chororó-do-rio-branco mede cerca de 15 centímetros de comprimento. O macho é negro com marcas brancas; a fêmea pardo-acinzentado com a garganta marcada de branco, peito e barriga amarelados.
Vocalização: “pua-pua-pua…” ou “kikuk-kikuk-kikuk” (Ridgely).
Habita matas de galeria em florestas tropicais úmidas de baixa altitude.
Ocorre no estado de Roraima, na região dos Rios Branco e Mucajaí e também na Guiana. É endêmico da região. O fato do seu habitat ser muito limitado em extensão indica que a espécie é muito vulnerável e muito sensível a pequenas mudanças no uso da floresta.
A guaracava-do-rio mede cerca de 19 centímetros de comprimento. Apresenta a cabeça, dorso e cauda pardo-escuros; peito pardo claro; restante das partes inferiores branco com discreta sombra parda.
Espécie das ilhas fluviais e margens dos rios da Bacia Amazônica. Ocorre em formações ribeirinhas e matas ripárias com grandes concentrações de imbaúbas. Seus hábitos são pouco conhecidos.
Ocorre ao longo do Rio Amazonas e alguns de seus grandes afluentes na parte oeste da Amazônia.